Medo contínuo

Eu ainda tenho medo de você,
Cada mentira selvagem tua,
Teus desejos imundos, sujos e egoístas,
A forma como tu me esculpia
Em tua culpa covarde.

Eu ainda tenho medo de você,
Que me isolaste, abusaste
E abandonaste,
Que violentaste a sanidade
Com teu terror psicológico
E te vitimizaste.

É claro que eu ainda tenho medo de você!
Os meus pesadelos
São lembranças claras de horror e desespero,
Da violência, do surto e do medo,
Que você provocou em mim
Dizendo que era amor.

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