Feridas na poesia

Ninguém ouve meus soluços
Através dos meus risos sem emoções,
O mundo não liga pra minhas razões,
Talvez os sonhos de hoje sejam futuras ilusões.

Eu fujo, me fecho,
Finjo que relevo,
Meu coração entristece
E no choro, desespero,
Um frio que ninguém aquece,
Um vazio que nunca se esquece.

Já cansei de me sentir traída,
Confiar talvez seja meu maior pecado,
Cá estou, na dor, desiludida,
A partir de hoje
Guardo as feridas somente na poesia.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s