A relatividade do amor

Quem disse todas as dores,
Faz-se presente a dor do amor,
À distância,
Ao medo,
É um rio imerso nas suas profundezas,
O sofrimento e felicidade fazem parte de suas correntezas,
Tão má é a relatividade do amor.

O amor com as pétalas e todas suas flores,
Faz amar, faz sangrar,
Delicado coração perdido como navio em alto mar.

Amor doce,
Que invade a mais profunda escuridão,
Esmaga, desbota a mais bela paixão.

Amor doce,
Que aquece a alma mais soturna e fria,
Sabota, enlouquece a beleza que traz a vida,
Tão má é a relatividade do amor,
Num momento traz alegria, noutro traz dor.

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4 pensamentos sobre “A relatividade do amor

  1. roccalex1 disse:

    Cami, suas poesias são ótimas. Você explora um lado mais negativo, que é o tipo de poesia que eu gosto também.
    Parabéns, você é muito talentosa.
    Super beijo.
    Alex

    • Obrigada Ale, eu tento ser o mais sincera possível com meus sentimentos, sejam eles alegres ou não, fico muito feliz quando encontro alguém que se identifica com que escrevo, assim podemos trocar ideias. 🙂

  2. roccalex1 disse:

    Cami, como já percebestes, só faço acrósticos. Gostaria muito de publicar alguma poesia em meu blog, se tiver o interesse.
    Seria uma verdadeira honra para mim.
    Super beijo.
    Alex

    • Uau! Seria muito legal! :3 Só me mandar um contato para meu email (camila_wakimoto@hotmail.com), que assim que eu for escrever mando pra você. Também seria muito legal fazer um dueto, que acha? 🙂 Abraços Ale :3

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