Como Renato Russo

    Enquanto acompanhava a ideia fantasiosa e compartilhada entre deuses (sim! somos deuses!), veio-me um trecho de música na cabeça : “[…]Todos os dias quando acordo, não lembro mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo: Temos todo o tempo do mundo […]”, por algum motivo isto lembrava-me ele. Mas quem é ele?

    Ao decorrer de nosso primeiro diálogo errante, mesmo sendo um desencontro não premeditado, estávamos os dois: um curioso observando o outro, com olhos atentos, mas não tão atentos sobre o universo de cada um, na fluidez das palavras gostosas e naturais. Algo em comum: seria nossa revolta… (ou só semelhança entre deuses?), o tentar “avivar” a beleza das coisas, sentir e desabar nos cantos? O Destrutivo? Ou o não comodismo, a vontade de mover tudo a nossa volta. A vontade de escrever e livrar-se de sentimentos insanos para, novamente, enfrentar o mundo…  

    Não sei o que acontece com pessoas que se cruzam por acidente, nem o por quê de achá-lo parecido com Renato Russo, só sei que ele faz parte das minhas memórias agora, dizendo que somos deuses e que temos todo tempo do mundo, também somos dois livros abertos e normais, cada um na sua loucura… Cada um com sua revolução.

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