Cinzas

Eu dei minha palavra e jurei,
Com amor verdadeiro no coração.

Feri-me a cada viva lágrima no teu olhar,
Tentando cortar cada parte minha necrosa,
Confessando a ti meus pecados
E deixando cair minhas lágrimas mais vis e vergonhosas.

Eu dei meus votos e jurei,
Sangrei com dor no coração.

Mostrei tudo:
Quer eras a única felicidade,
Meu caminho, salvação e verdade.
Mas ainda sim,
Do meu amor duvidaste.

A dor do julgamento,
Da falsa esperança,
Da desconfiança.
Por quê?

Se você me destruir toda vez que eu errar,
Eu já estarei morta há mais tempo
Que sã pela sua falsa salvação .

Nem na paz, nem na tortura,
Para quem eu escondo este suicídio?

Morri cada instante,
Com teu fogo atacando
E fazendo do meu tudo, cinzas.

Não venha sussurrar valores,
Se teu silêncio me causa de paranoia a horrores,
Das tuas palavras que um dia foram carinho,
Agora, afiadas, são só medos e temores
Que levo nas cinzas do coração
Que queimaste prometendo salvação
E dias eternos de amores.

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