Viajante errante

Viajante sem medo, nem rumo,
Cruza fronteira do ódio imundo,
Nasce oculto em meio à escuridão,
E a esmo sorri loucamente soturno.

Escondido numa mente perturbada,
Um mundinho caótico e solitário,
Anda por pesadelos secretos,
Não revelando sentimento vagabundo.

Nômade das ideias impróprias,
Privado da felicidade profunda,
Embebido nas razões imaginárias
De insanas palavras insólitas.

Viajante errante moribundo,
Perde o viver,
Vivendo a criar cenários,
Para esquecer as dores do mundo,
E projetá-las na mente:
Inconsciente profundo.

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