Meus demônios

Meus demônios

Uma adaga afiada!

Vozes da mente,
Gritando!
Ordenando!
Os mandantes do suicídio:
− Bem vindo ao meu inferno!

Trapaça de verdades incertas,
Ilusões sobre falsas felicidades,
Felicidades antes ditas como certas.

É tudo tão irreal,
Até a veracidade da dor,
Mas o inferno que vivo é um fel,
De vítima suicida,
À assassina louca,
Dos piores condenados: a cruel.

Meus demônios,
São desejos estranhos,
De findar dor com ódio, mais dor e horror…

Bel-prazer de ferir,
Lábil desejo de morrer,
O óbice é âncora:
O sentir e o amor!
Demônios, tragam a adaga afiada!

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